Microchip em animais: o que é, vantagens e como implantar

Conheça um pouco mais sobre essa tecnologia, cada vez mais usada em animais domésticos.

Com o avanço das novas tecnologias, há um uso crescente de dados a partir do mundo virtual. E isso não se resume aos humanos. O desenvolvimento tecnológico também tem sido usado em prol dos animais, incluindo alguns serviços veterinários.

Um deles é a aplicação de um microchip no seu pet. Esse dispositivo minúsculo consegue armazenar um código que fornece informações importantes, tanto do animal quanto de seu dono. Na verdade, existem lugares onde o uso do microchip em bichos de estimação é mais que uma realidade, é algo obrigatório, como no Japão e em alguns países da Europa. Confira mais informações sobre essa nova tecnologia do universo pet.

O que é o microchip para pets?

Você pode estar se perguntando “para que eu devo colocar um microchip no meu cachorro ou gato?”. Trata-se de uma inovação tecnológica que facilita a identificação do seu animal. Isso porque é através dele que o veterinário poderá conhecer detalhes do seu pet, como nome, idade, histórico de doenças, raça e também as informações do dono do animal (nome, telefone, endereço, etc.).

Com isso, se um animal estiver perdido e tiver esse microchip, ao ser encaminhado para o veterinário, o profissional poderá fazer a leitura do chip e, consequentemente, localizar o dono do pet. O que acontece é que quando entra em contato com o leitor, o microchip fornece um número e esse número dá acesso a todas essas informações. Para tanto, é preciso fazer um cadastro em um banco de dados, de modo que qualquer pessoa possa acessá-lo com facilidade.

Vantagens

A maior vantagem de se implantar um microchip em um pet é a melhor identificação do animal caso ele se perca. Isso porque através do chip, é possível localizar o dono do animal e, em casos de adoção, identificar o histórico do bichinho, conhecer suas possíveis doenças, idade, etc.

O procedimento é bem pouco invasivo e o custo é relativamente baixo entre R$100 e R$200 , sendo feito apenas uma vez. A vida útil do microchip é de 100 anos (que é o tempo de decomposição da sua estrutura), idade bem maior que a da maioria dos animais domésticos. Além disso, não é preciso fazer troca ou manutenção periódica. A implantação também não traz riscos à vida do animal, bem como não interfere em nada na sua saúde.

Como implantar?

O implante do microchip em animais deve ser feito exclusivamente em clínicas veterinárias por profissionais capacitados, sendo bem rápida e pouco dolorosa. Primeiro é feita uma limpeza no local (o mais indicado geralmente é a região da nuca) e depois o aparelho é inserido através de uma seringa de modo subcutâneo.

O microchip tem o tamanho aproximado de um grão de arroz e a dor que o animal sentirá é a mesma de uma aplicação de vacina, por exemplo. O procedimento leva segundos e o seu bichinho já pode voltar para casa. Depois disso, é só fazer o cadastro em um banco de dados indicado pelo médico veterinário e manter todas as informações sempre em dia. Caso mude de cidade, é imprescindível fazer uma atualização no banco de dados.

O microchip é um GPS?

Ao contrário do que muita gente pensa, o microchip não funciona como um GPS ou um localizador, pois não dá informações de onde o animal se encontra caso ele fuja de casa ou seja roubado. A ideia é, na verdade, que o microchip seja uma espécie de identificador do animal. Portanto, nesse sentido, ele funciona caso a pessoa que o encontrou leve-o ao veterinário para fazer essa verificação. Ao mesmo tempo, o microchip também pode alertar para alguma necessidade especial do pet, a partir do seu histórico de saúde.

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